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02/07/2009

Trabalho

Presentes na maternidade

Minha colega de trabalho teve um bebe, e nós demos um presente coletivo para ela. Gostaria de visitá-la na maternidade, devo levar um presentinho?

Nessas ocasiões o bebe receberá todos os presentes. Ele é grande novidade a ser festejada. Você já presenteou o bebe junto com seus colegas, portanto não há motivo para novo gasto. Agora, se forem muito amigas com maior intimidade, e principalmente se tudo tiver corrido bem durante o parto tanto com a mãe quanto com o bebe, quem sabe uma linda lingerie não dá uma força para a sua amiga voltar ao peso anterior à chegada do filhote?

 Fotografia oficial de um bebe no século XIX. Foto: Reprodução

Escrito por Márcia Zoladz às 11h21

25/06/2009

Meu marido voltou?!

 

Hoje na Folha S.Paulo tem uma notícia sobre o Governador do Estado da Carolina do Sul, nos EUA – ele sumiu por cinco dias e voltou contando que foi atrás de uma amante argentina.

UOL Busca Clique aqui para ler a notícia completa.

 

 

A música de Cole Porter "Just one of those things" (foi uma daquelas coisas...) cantada por Ella Fitzgerald em 1957 parece muito apropriada.

Pois é, pode acontecer com qualquer uma de nós. Algumas vezes o marido desiste do casamento, tem um namoro e no meio do caminho decide retornar. Em geral, de maneira mais discreta do que o Governador norte-americano, embora nessa altura do conflito a família que já estava se reacomodando em certa direção precise rever o relacionamento entre as partes.

 

Boa hora para o perdão e melhor hora ainda para estabelecer regras de bom comportamento para todos:

  1. O marido quer voltar? E você quer o marido de volta?
  2. Não fique à mercê de decisões alheias, elas são suas e dos filhos. Pode ser que voltar queira dizer um período de quarentena com casas separadas.
  3. Maridos sofrem por terem aberto mão das namoradas, não pressione em excesso. Se a divisão de sentimentos permanecer, não espere. Trate de sua vida. Casada ou divorciada, você só tem essa.
  4. Se decidirem morar junto novamente, reorganize as regras do relacionamento e, por favor, não toquem mais no assunto que é para frente que se anda!

 

Escrito por Márcia Zoladz às 13h58

17/06/2009

E noivo dançou?

Qual a roupa correta para o noivo vestir no altar, perante o juiz e na frente de todos os convidados? 


Em uma cerimonia de casamento o vestido de noiva é com certeza o alvo de todas as atenções; o traje do noivo, e o próprio, em um momento com tantos estímulos, pode parecer um pouco como o acompanhante da noiva. E não é bem isso. 


Se por um lado existe por parte das noivas, de suas mães, irmãs, sobrinhas, primas... esse sonho de vestir um traje de princesa – e o véu, o tecido translúcido, o brilho espalhado pelo vestido é prova disso. Mas é bom não esquecer que toda princesa tem o seu príncipe encantado. 

 

A roupa do noivo não deve combinar com o vestido da noiva, não deve ser um terno branco, que exigiria um par de sapatos brancos (ai!) e menos ainda a cor da gravata deve ter as mesmas cores que o buque, não é necessário, nem mais elegante. Precisa apenas ser de cor lisa, e clara. O noivo, o seu traje e a sua importância na festa tem que ter um papel destacado. Por isso, ele precisa vestir-se com uma cor contrastante, pode ser calça e camisa, terno ou fraque escuro. Cada traje deve ser mais ou menos informal de acordo com a cerimonia escolhida.

 

Fred Astaire e Ginger Rogers dançam em perfeito contraste cromático. Foto: Reprodução

 


 

Escrito por Márcia Zoladz às 00h47

10/06/2009

No banheiro?

 

Eu adoro telefones celulares, uso para falar, para mandar sms, para ouvir música, controlar os amigos e parentes, fugir da solidão e tenho mais uma lista enooorme de motivos – navego na internet, coloco mensagens no meu Facebook e no Twitter. Mas não falo na frente dos outros e não uso o celular em banheiro de shopping.

 

Na frente dos outros acho horrível o sentimento que sempre tenho de ser deixada de fora de uma conversa legal. Não desejo isso e não quero isso. E no banheiro com o barulho da água e das descargas ao fundo acho pior ainda... Um lugar com nome fino de “reservado”... Não dá para desejar essa trilha sonora para ninguém!

Escrito por Márcia Zoladz às 08h33

02/06/2009

Reclamar só não basta...

Cansei de reclamar entre quatro paredes sobre tudo que em incomoda. Fico ranheta rangendo os dentes, acabo falando alto com quem não tem nada com isso e finalmente consigo, mesmo sem querer gerar uma briga daquelas terríveis em casa ou no trabalho.

 

Mas ontem eu recebi convite para assinar um abaixo assinado contra um crime ecológico, o desmonte ilegal de um morro na baía da praia Dura em Ubatuba, SP. Ilegal, desses que as prefeituras locais permitem e nós em geral reclamamos entre dentes e apenas com os vizinhos.

 

Agora não precisamos mais, existe um site na Internet onde pode ser criado um abaixo assinado e as assinaturas são recolhidas online.  E se a causa é justa, fica bem mais fácil pedir a adesão.

 

AbaixoAssinado.org

http://www.abaixoassinado.org/

Escrito por Márcia Zoladz às 08h28

31/05/2009

É melhor não buzinar

 

Este post é especial para quem pega a namorada em casa: nada de buzinar para avisar que chegou. Saia do carro e toque a campainha e, se a sogra ainda não é sua conhecida e também não quer conhecê-la, ligue pelo celular e convide a moça para descer. É mais romântico e bem educado.

 

 

Olha só o barulhão!

Foto: Reprodução

 

 

Escrito por Márcia Zoladz às 18h40

26/05/2009

Abaixo as donas e os doutores sem títulos

 

Na dúvida sobre as hierarquias e provavelmente por conta de um estranho entendimento aboliu-se na cidade de São Paulo, pelo menos com as mulheres, um tratamento um pouco menos íntimo. Agora quem não sabe o nosso nome nos chama de querida. De quem? Isso que dá termos assumido a língua portuguesa às avessas. Ao chamarmos os outros de você no lugar dos pronomes tu ou vós acabamos sem saber como chamar as pessoas. Sr., sra., senhorita parecem antiquados e com um cheiro de mofo. Lembram também tempos senhoriais que não queremos que voltem.

Mas igualdade não começa por aí. Coitado do moço do posto de gasolina que por ordem do patrão me chamava de querida visivelmente constrangido. O correto seria perguntar como é o seu nome? E eu responderia Marcia e o seu? Nada de dona e nem de doutores sem títulos. 

 

Escrito por Márcia Zoladz às 13h48

24/05/2009

Casamento

Casamento de adulto

Quem casa quer casa e eu sei que também quer uma linda festa. O que eu não consigo entender é porque muitos casais escolhem uma cerimônia cara, um vestido de noiva mais caro ainda e tantos e tantos eventos antes, durante e depois da festa que com o dinheiro poderiam morar em um apartamento ou casa com uma área 30% maior. Quer dizer que em nome de uma festa – olhem bem que não estou falando de uma linda cerimônia com uma troca de votos importantes e que dure um pouco mais de tempo, afinal como a Folha de S.Paulo hoje nos informa, 25% dos casamentos acabam em divórcio.

Quem sabe vale mais aumentar o patrimônio.

Escrito por Márcia Zoladz às 12h29

13/05/2009

Olhos em foco

Uma das melhores novidades dos restaurantes nos últimos tempos é oferecer o cardápio e uma caixinha de óculos de leitura para quem anda no limite do desfoque. Um conforto que vale a pena ser copiado.

Escrito por Márcia Zoladz às 12h25

03/05/2009

É macho?

Nada como um bom passeio com o seu cão para trocar muitas pequenas conversas com pessoas diferentes e com cachorros muito parecidos com os seus donos. Gentilezas alegres e que provam como ainda podemos ser bastante educados em um cidade tão grande como São Paulo.

 

 Veja aqui um bom exemplo do desenho animado da Disney "A Guerra dos Dálmatas"

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Escrito por Márcia Zoladz às 12h04

28/04/2009

Boas maneiras na política

Todos fomos informados nos últimos dias sobre a doença da Ministra Dilma, ela tem um câncer não-Hodgkin, e tem boas chances de ser controlado por meio de medicação, pode se estabilizar e até de ser curado.  Ela é a candidata virtual a próxima presidênca do predisente Lula, e ele foi extremamente polido em um mundo onde as alianças políticas são rapidamente desfeitas. Ontem no jornal Folha de S. Paulo, o predidente avisava que a  Ministra prossegue como a sua candidata a substituí-lo. Ela vai se tratar e até lá deverá estar pronta para a reta final das eleições. Esperemos.


Escrito por Márcia Zoladz às 18h57

22/04/2009

A vida alheia é mesmo dos outros?

Hoje, por má coincidência, fui obrigada a participar duas vezes da vida alheia sem querer. Na primeira situação uma pessoa ao meu lado com um telefene/rádio bipava a cada minuto e conversava no vivavoz sobre uma ordem de calças que foram fabricadas em tamanho maior, e eu que não tenhonada com isso fui obrigada a entrar em detalhes sobre   o que leva uma pessoa a invadir a minha privacidade com a sua vida.  

 

 

O aparelho de rádio, além de bipar, o que em tempos de tecnologia é desnecessário, existem muitas outras soluções mais elegantes como o uso das cores na tela, um sinal visual que acenda etc; e não essa solução absolutamente jeca, para não dizer antiquada de bipar e avisar a todos que o usuário sabe usar um aparelho falante.

 

A segunda vez, falavam alto, muito alto sobre uma empresa que está comprando outra e que delícia seria se pudesse contar em primeira mão. Não posso, aquela conversa invadiu o meu espaço auditivo de maneira intrusiva e desagradável e eu nem aproveitar posso...

Escrito por Márcia Zoladz às 16h18

A vida alheia é mesmo dos outros?

Hoje, por má coincidência, fui obrigada a participar duas vezes da vida alheia sem querer. Na primeira situação uma pessoa ao meu lado com um telefene/rádio bipava a cada minuto e conversava no vivavoz sobre uma ordem de calças que foram fabricadas em tamanho maior, e eu que não tenhonada com isso fui obrigada a entrar em detalhes sobre   o que leva uma pessoa a invadir a minha privacidade com a sua vida.  

 

 

O aparelho de rádio, além de bipar, o que em tempos de tecnologia é desnecessário, existem muitas outras soluções mais elegantes como o uso das cores na tela, um sinal visual que acenda etc; e não essa solução absolutamente jeca, para não dizer antiquada de bipar e avisar a todos que o usuário sabe usar um aparelho falante.

 

A segunda vez, falavam alto, muito alto sobre uma empresa que está comprando outra e que delícia seria se pudesse contar em primeira mão. Não posso, aquela conversa invadiu o meu espaço auditivo de maneira intrusiva e desagradável e eu nem aproveitar posso...

Escrito por Márcia Zoladz às 16h18

21/04/2009

Desequílibrio ambiental

 

Estou na Ilhabela, em São Paulo e, na frente da casa onde fico colocaram um criatório de peixes. Um sacão enorme de rede com milhares de peixes criados em cativeiro para serem alimentados por ração. Disseram-me ser um experimento...

À noite a praia ficou lotada de pescadores. Claro, os peixinhos boiavam dentro das redes e a ração se espalhava à sua volta. Tainhas, pescadas e linguados vieram tirar a sua casquinha. O mar que normalmente é transparente estava imundo da ração, do excesso de peixes que deveriam estar nadando em outras águas e talvez do pânico dos peixinhos  cutucados por outros peixes dentro da rede. 

 

Pela manhã tinham furado a rede e tentavam salvar alguns poucos que no mar não sobreviveriam. A experiência acabou. Na frente das casa ficou o lixo deixado pelos pescadores e o mau cheiro da praia usada como banheiro público. 

 


Escrito por Márcia Zoladz às 17h59

18/04/2009

Pizza combina com luz de velas?

Recebi um e-mail com uma boa pergunta: qual a melhor iluminação e qual a decoração adequada para um jantar de aniversário cujo cardápio é um festival de pizzas com diferentes antepastos italianos servidos em um bufê? A internauta gostaria de usar velas mas o chef ficou em dúvida.

Acho que dá para contentar a todos, ao chef que precisa da iluminação para trabalhar, a aniversariante que gostaria de uma iluminação à luz de velas e aos convidados que nem sempre gostam de festas escurinhas. Primeiro vamos lembrar que luz de velas não quer dizer escuridão, e que a festa vai ser no salão do prédio, logo o lugar é grande o bastante para ter áreas mais claras com velas e luz e outras só com velas. Assim a festa ficará mais agradável e contentará a todos. O bufê pode ter alguns castiçais, se tiver mesinhas para os convidados sentarem distribua algumas em lugar escuro só com a luz das velas. Mas todas podem ter um arranjo no centro com uma vela e flores.

 

 

Escrito por Márcia Zoladz às 17h17